Canaã dos Carajás, Parauapebas e Araguaína figuram entre as 15 cidades mais inteligentes da Região Norte, de acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2025, estudo nacional que avalia o desenvolvimento urbano inteligente dos municípios brasileiros com base em indicadores públicos e critérios técnicos de inovação, tecnologia, governança e qualidade de vida.
No levantamento, Araguaína surge como a 3ª mais inteligente, com nota 46,15. Parauapebas aparece na 5ª posição entre as cidades nortistas, com nota 45,16, enquanto Canaã dos Carajás ocupa o 14º lugar, com 42,00 pontos. O resultado coloca o município tocantinense e os dois municípios paraenses em destaque no cenário regional de cidades que investem em tecnologia, conectividade e soluções inteligentes para a gestão pública.
O ranking, elaborado pela plataforma Connected Smart Cities, compara cidades a partir de dezenas de indicadores organizados em eixos como mobilidade urbana, meio ambiente, tecnologia e conectividade, saúde, educação, economia, inovação, governança e planejamento urbano. A proposta é medir o quanto os municípios estão preparados para os desafios do presente e do futuro por meio do uso estratégico de dados, inovação e gestão eficiente.
Entre os destaques do Norte em 2025, a liderança regional é de Belém, seguida por Manaus, demonstrando o avanço das cidades amazônicas na adoção de políticas urbanas inteligentes.
No caso de Araguaína, Parauapebas e Canaã dos Carajás, a presença entre as 15 primeiras coloca em evidência os investimentos no setor de tecnologia e informação, além de iniciativas voltadas à modernização da gestão pública e ao uso de soluções tecnológicas para melhoria dos serviços à população.
O levantamento também aponta a força do Pará no processo de transformação urbana na Região Norte, concentrando 13 das 30 posições do ranking regional. O dado reforça a tendência de crescimento de cidades que apostam em inovação, planejamento urbano e conectividade como pilares do desenvolvimento.
Ser considerada uma cidade inteligente, segundo o estudo, vai além da adoção de tecnologia: envolve planejamento estratégico, uso de dados, sustentabilidade e políticas públicas capazes de impactar diretamente a qualidade de vida da população.
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