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O laudo pericial detalha que os adolescentes introduziram um pedaço de madeira no corpo do cachorro enquanto ele ainda estava vivo. O objeto foi inserido com força suficiente para atingir a região da garganta, provocando lesões internas severas.
A perícia concluiu que o animal sofreu intensa dor e sofrimento antes de morrer, caracterizando crueldade extrema. As lesões identificadas são incompatíveis com acidente e confirmam a prática deliberada de violência.
O conteúdo do laudo reforça a gravidade do caso e sustenta a investigação por maus-tratos com resultado morte, crime previsto na legislação brasileira.
O caso veio à tona após a divulgação feita pela ativista Luísa Mell, que afirmou ter tido acesso ao laudo oficial. A situação causou comoção nacional e gerou revolta nas redes sociais, com pedidos por responsabilização dos envolvidos.
Publicado por:
Giovanna Noláscio
Repórter e redatora da Gazeta Carajás, destaca-se pela entrega e conexão com temas urgentes da região. Com experiência em coberturas intensas, como o resgate de garimpeiros em Canaã e a política no Sul e Sudeste do Pará, une sensibilidade e firmeza...
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