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Acusado de matar funcionária do Grupo Correio permanece em silêncio durante novo depoimento

Investigado pela morte de Marli Pereira voltou a não responder aos questionamentos da Polícia Civil e segue preso preventivamente em Marabá

Acusado de matar funcionária do Grupo Correio permanece em silêncio durante novo depoimento
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Weverson Huge Ribeiro da Silva, preso preventivamente por suspeita de envolvimento na morte de Marli Pereira, recepcionista do Grupo Correio de Comunicação, voltou a permanecer em silêncio durante depoimento prestado à Polícia Civil nesta quarta-feira (8).

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Esta é a segunda vez que o investigado opta por não responder às perguntas dos investigadores. Dias após o crime, ele já havia se apresentado espontaneamente à polícia, acompanhado de advogados, e também exerceu o direito de permanecer calado.

Após os procedimentos legais, incluindo exame de corpo de delito, Weverson foi encaminhado à Central de Custódia Provisória de Marabá, onde permanece à disposição da Justiça.

A prisão faz parte da Operação Chronos, que cumpriu mandado de prisão preventiva e ordens de busca e apreensão expedidas pela Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. A Polícia Civil continua investigando o caso para concluir o inquérito.

 

Fonte/Créditos: Correio de Carajás

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Nayane Silva

Publicado por:

Nayane Silva

Nayane Silva é repórter, redatora e estudante de Jornalismo. De Canaã dos Carajás, atua com olhar sensível em coberturas locais, como cultura, política, cotidiano e grandes obras da região.

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