Um caso ocorrido no interior do estado de São Paulo tem repercutido nacionalmente após uma mulher de 29 anos ser declarada morta por engano durante um atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O episódio aconteceu no município de Bauru (SP).
O Samu de Bauru abriu uma sindicância e afastou, de forma preventiva, a médica responsável por constatar o óbito da vítima, identificada como Fernanda Cristina Policarpo, após um atropelamento em uma rodovia.
De acordo com o boletim de ocorrência, o atropelamento aconteceu no domingo (18), Fernanda foi atendida por uma equipe do Samu, que atestou o óbito ainda no local do acidente. Com base nessa avaliação, o corpo chegou a ser coberto e o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção.
No entanto, minutos depois, um médico da concessionária responsável pela rodovia, que também atuava no local, percebeu que a vítima ainda apresentava sinais vitais. Imediatamente, foram iniciadas manobras de reanimação.
Após os procedimentos de emergência, Fernanda foi encaminhada em estado grave ao Pronto-Socorro Central de Bauru e, posteriormente, transferida para o Hospital de Base, onde permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A Prefeitura de Bauru informou que a médica envolvida foi afastada das funções como medida administrativa até a conclusão da sindicância. O objetivo é apurar se os protocolos de atendimento e constatação de óbito foram devidamente seguidos.
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