A ex-diretora do Hospital Municipal de Ourilândia do Norte, Girlane Coelho, se apresentou à Polícia Civil após um período em que era considerada foragida pelas autoridades. Ela é apontada como a principal suspeita na morte do empresário Alexandre Araújo Andrade, ocorrida em dezembro de 2025, no município.
O crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (12), quando Alexandre, proprietário do restaurante Fogão a Lenha, foi encontrado morto dentro de uma caminhonete S10 branca, estacionada na Avenida Brasil, em Ourilândia do Norte.
De acordo com a Polícia Militar, a guarnição foi acionada por volta das 2h28, após a central receber a informação de que havia um homem pedindo socorro dentro de um veículo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram duas mulheres, identificadas como Daniely e Girlane, em estado de desespero. Uma delas estava debruçada sobre a vítima, enquanto a outra gritava por ajuda.
Segundo os militares, Alexandre apresentava perfuração por arma de fogo na região da nuca. O local foi imediatamente isolado, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas a equipe apenas constatou o óbito.
A Polícia Civil esteve no local, realizou os primeiros levantamentos e acionou a funerária para os procedimentos legais. Desde então, o caso passou a ser investigado como homicídio.
Após o crime, Girlane desapareceu, passando a ser considerada foragida durante o andamento das investigações. Nesta semana, ela se apresentou espontaneamente à Polícia Civil, onde deverá prestar depoimento e colaborar com o inquérito.
Até o momento, não há condenação, e a Polícia Civil segue apurando as circunstâncias, a dinâmica e a motivação do crime. O caso continua sob investigação, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos policiais.
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