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Advogado criminalista é morto por policial civil em casa de show de Belém

Informações apontam que a confusão teve início dentro do estabelecimento. O policial teria olhado para a esposa do advogado, que foi até a mesa do servidor para tirar satisfação

Advogado criminalista é morto por policial civil em casa de show de Belém
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Um advogado criminalista, identificado como Carlos Alberto dos Santos Costa Júnior, foi morto a tiros na madrugada deste domingo (30), em frente a uma casa de festas localizada na avenida Rodolfo Chermont, próximo à rua da Marinha, no bairro da Marambaia, em Belém. O principal suspeito é um investigador da Polícia Civil do Pará, que fugiu após o crime.

Informações preliminares apontam que a confusão teve início dentro do estabelecimento. O policial teria supostamente olhado para a esposa do advogado, que foi até a mesa do servidor para tirar satisfação. A discussão seguiu para a área externa da casa de festas.

Do lado de fora, segundo relatos preliminares de testemunhas, Carlos Alberto teria avançado em direção ao policial segurando uma garrafa de vidro. O investigador tentou correr, mas o advogado se aproximou novamente. Nesse momento, o policial sacou a arma e efetuou os disparos que atingiram e mataram a vítima no local.

Imagens de câmeras de segurança próximas ao ponto do crime mostram o policial, vestindo camisa vermelha, sendo retirado da área instantes após os tiros. A gravação não registra o destino tomado pelo atirador.

A Polícia Civil confirmou a ocorrência e informou, por meio de nota, que um inquérito policial foi instaurado pela Divisão de Crimes Funcionais (DCRIF), vinculada à Corregedoria-Geral. Segundo a instituição, diligências estão em andamento para analisar imagens de câmeras de monitoramento, ouvir testemunhas e localizar o investigado.

“A Polícia Civil informa que um inquérito policial foi instaurado na Divisão de Crimes Funcionais (DCRIF), vinculada à Corregedoria-Geral da instituição, e diligências seguem em andamento para averiguação das imagens do circuito de monitoramento, bem como para oitivas de testemunhas e localização do suspeito”, diz a nota.

A instituição acrescentou ainda que “não compactua com condutas dessa natureza” e reforçou o compromisso com a ética, a legalidade e a prestação de um serviço de segurança pública eficaz e responsável à sociedade paraense.

Fonte/Créditos: PC/PA

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Sergio Manoel

Publicado por:

Sergio Manoel

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