O psicólogo Pablo Stuart Fernandes Carvalho, de 30 anos, é acusado de matar ao menos 17 gatos entre mais de 20 animais que adotou no Distrito Federal.
O caso ganhou repercussão em março de 2025, após denúncias feitas por protetoras de animais à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Segundo os relatos, os gatos eram submetidos a tortura antes de morrer.
Durante as investigações, um laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) descartou a hipótese de insanidade mental e concluiu que o acusado tem plena consciência de seus atos.
Pablo Stuart chegou a ser preso no fim de março de 2025, mas foi colocado em liberdade em outubro do mesmo ano, após a revogação da prisão preventiva. O laudo psiquiátrico foi finalizado posteriormente.
A versão final do inquérito policial apontou a suspeita de morte de 21 gatos. No entanto, o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) optou por denunciar o psicólogo por maus-tratos em 17 casos, com agravantes que podem aumentar a pena.
Nos demais episódios, o órgão entendeu que não havia provas suficientes para sustentar a acusação.
As investigações indicam que quase todos os animais adotados pelo suspeito morreram, com exceção de um gato, que foi resgatado por uma cuidadora.
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