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Mulher processa psiquiatra após se arrepender de mudança de sexo

Paciente afirma que não recebeu acompanhamento psicológico suficiente antes de procedimentos irreversíveis; caso reacende debate sobre critérios clínicos e responsabilidade médica

Mulher processa psiquiatra após se arrepender de mudança de sexo
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Uma mulher australiana entrou na Justiça contra o psiquiatra responsável por autorizar seu processo de transição de gênero após afirmar que se arrependeu das decisões tomadas durante a juventude.

Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, ela iniciou a transição aos 19 anos, após passar por avaliação psiquiátrica. Em seguida, foi encaminhada para terapia hormonal e, posteriormente, realizou cirurgias consideradas irreversíveis, como mastectomia e histerectomia.

Anos depois, já adulta, a mulher alega que não recebeu acompanhamento psicológico adequado antes dos procedimentos e decidiu mover uma ação judicial. No processo, ela afirma que houve falhas na avaliação médica e falta de esclarecimento sobre os riscos e impactos permanentes das intervenções.

O caso tramita na Justiça australiana e tem gerado debates sobre critérios clínicos, responsabilidade profissional e a necessidade de avaliações mais rigorosas antes da realização de procedimentos irreversíveis relacionados à transição de gênero.

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Giovanna Noláscio

Publicado por:

Giovanna Noláscio

Repórter e redatora da Gazeta Carajás, destaca-se pela entrega e conexão com temas urgentes da região. Com experiência em coberturas intensas, como o resgate de garimpeiros em Canaã e a política no Sul e Sudeste do Pará, une sensibilidade e...

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