Dois homens morreram durante uma intervenção policial registrada no fim da manhã desta quarta-feira (27), na Rodovia Transamazônica (BR-230), na altura do quilômetro 42, no município de São Domingos do Araguaia, no sudeste do Pará.
De acordo com informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 11h15, durante patrulhamento ostensivo realizado na região da vila conhecida como “Km 40”. Uma guarnição do 4º Batalhão avistou um veículo modelo Honda City trafegando com um adesivo cobrindo parcialmente a placa, o que levantou suspeitas.
Os policiais iniciaram acompanhamento tático e deram ordem de parada ao automóvel. Conforme a PM, os ocupantes tentaram fugir por aproximadamente três quilômetros antes de estacionarem o veículo às margens da rodovia.
Segundo o tenente Gilson, os suspeitos reagiram à abordagem policial assim que desembarcaram do carro.
“Os nacionais receberam voz de parada e ordem para desembarcar do carro. Quando desembarcaram, já saíram com armamento em mãos tentando alvejar a guarnição”, relatou o oficial.
Ainda conforme a Polícia Militar, um dos homens estava armado com um revólver calibre 38 e teria efetuado dois disparos contra os policiais. Ele foi atingido durante o confronto e morreu ainda no asfalto da BR-230.
O segundo suspeito utilizava uma pistola calibre 9 milímetros e também teria atirado contra os militares. Durante a troca de tiros, a arma apresentou falha após o carregador esvaziar. O homem tentou fugir correndo e caiu já dentro de uma propriedade rural próxima à rodovia.
Até o momento, as identidades dos dois homens não haviam sido confirmadas pelas autoridades. Também não há informações oficiais sobre o que eles faziam na região.
A ocorrência mobilizou outras equipes da Polícia Militar e contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que auxiliou no controle do trânsito durante os procedimentos na BR-230.
A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica. Os corpos foram removidos para o Instituto Médico Legal (IML) de Marabá, onde passarão por exames de necropsia.
Fonte/Créditos: Correio de Carajás
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