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Direito de resposta ao vereador Ari Nascimento

Parlamentar de Xinguara pediu ao Gazeta Carajás direito à resposta em matéria sobre o caso envolvendo a vereadora Luciana Candido

Direito de resposta ao vereador Ari Nascimento
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Por meio de uma notificação extrajudicial, o vereador Ari Nascimento, de Xinguara, solicitou ao Gazeta Carajás espaço para dar sua versão sobre os fatos e responder ao conteúdo da publicação original. 

Confira abaixo a resposta do parlamentar.

 

Em atenção ao direito de resposta assegurado pela Lei nº 13.188/2015,
o Portal Gazeta Carajás publica, abaixo, manifestação do vereador Ari
Nascimento (PL) em relação à matéria veiculada em 07/06/2025, intitulada:
“Vereadora mais votada de Xinguara é vítima de violência política
de gênero”.


Reconhecemos que, na ocasião da publicação, a matéria foi redigida
com base exclusiva em relatos da vereadora Luciana Cândido, sem que tenha
sido oportunizado ao vereador citado apresentar sua versão dos fatos — o que
viola o princípio do contraditório e o dever de isenção jornalística.

Ademais, a publicação utilizou cortes de vídeo retirados de diferentes
sessões plenárias, com trechos editados e descontextualizados, o que pode ter
induzido o público à conclusão equivocada de que houve conduta machista por
parte do vereador, sem que qualquer fala ou atitude ofensiva de tal natureza
tenha efetivamente ocorrido no episódio narrado.


Com isso, o portal reconhece que a matéria, ao deixar de ouvir o
parlamentar e ao apresentar uma edição parcial das imagens, não garantiu a
imparcialidade devida nem forneceu ao leitor elementos completos para formar
juízo crítico equilibrado.


Em respeito ao contraditório e à liberdade de expressão de todas as
partes, o vereador apresenta, a seguir, sua manifestação:
“Repudio com veemência qualquer tentativa de vincular minha atuação
parlamentar a comportamentos machistas ou misóginos. O episódio citado na
matéria corresponde a um debate político-institucional acalorado, mas legítimo,
sem qualquer conteúdo ofensivo ou discriminatório contra a vereadora Luciana
Cândido ou contra qualquer mulher.


Não há, em meus atos ou palavras, qualquer violação à dignidade
feminina, tampouco conduta que configure violência política de gênero.
Lamentavelmente, o conteúdo da matéria original — redigido sem minha
versão e com cortes parciais de sessões distintas — permitiu interpretações
distorcidas que ferem minha honra e reputação.


Continuarei exercendo meu mandato com firmeza, convicção e respeito
à democracia, inclusive à divergência política, que é parte natural da vida
parlamentar. Toda narrativa deve ser construída com responsabilidade, e toda
acusação grave precisa ser apurada com equilíbrio, escutando todas as vozes
envolvidas.”

(FIM)

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