Aurélio Goiano dá um recado claro ao lançar o Festival Junino com investimento robusto R$ 690 mil em premiações diretas mesmo diante de um cenário de baixa arrecadação. A ação contrasta com gestões anteriores, que, mesmo em tempos de bonança, negligenciaram a cultura popular local.
A iniciativa sinaliza uma guinada: usar a cultura como motor de desenvolvimento e construção de identidade para além da mineração. Cada uma das 23 quadrilhas contempladas receberá R$ 30 mil, recurso que circula e beneficia uma cadeia produtiva invisibilizada de costureiras e músicos a decoradores e pequenos fornecedores.
Não é apenas festa: é estratégia. Quem acompanhou a trajetória de Aurélio como produtor de rodeios sabe que, agora prefeito, ele tem o palco e o poder para transformar eventos em política pública. O Festival Junino nasce, portanto, como símbolo de um governo que pretende recuperar o espaço perdido da cultura e projetar Parauapebas como destino de turismo cultural no sul e sudeste do Pará.
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