O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve o esquema de segurança reforçado diante do aumento da tensão envolvendo as investigações que estão sob sua relatoria e os recentes conflitos dentro da própria Corte.

Segundo informações divulgadas nos últimos dias, Mendonça passou a contar com medidas adicionais de proteção, incluindo escolta ampliada, monitoramento de deslocamentos e o uso de colete à prova de balas em determinadas agendas públicas. 

O uso do equipamento já havia sido registrado em algumas ocasiões, inclusive durante pregações realizadas pelo ministro na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, onde também atua como pastor. 

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A preocupação com a segurança ocorre em meio aos desdobramentos das investigações relacionadas ao Banco Master e ao INSS, além da crescente tensão institucional envolvendo integrantes do STF.

Em março, a Polícia Judicial do Supremo já havia avaliado a possibilidade de ampliar a proteção destinada ao ministro e também estender medidas de segurança aos seus familiares, incluindo acompanhamento de deslocamentos externos. 

O cenário ganhou novos contornos nesta semana, após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar que um pedido de investigação apresentado por Alexandre de Moraes contra Mendonça fosse retirado do inquérito das fake news e encaminhado para um novo procedimento sob sua relatoria. 

A adoção do reforço de segurança ocorre, portanto, em um momento de forte tensão institucional, enquanto as disputas e investigações envolvendo ministros do Supremo continuam avançando.