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Cabelão, cores neon e efeito granulado. A moda de transformar selfies em retratos nostálgicos inspirados nos anos 80 usando o
Especialistas definem o fenômeno como "diversão por dados". O grande perigo está na coleta de dados biométricos, como as características faciais detalhadas. Diferente de uma senha vazada, que pode ser trocada a qualquer momento, o rosto é permanente.
Além do risco de perfis detalhados e publicidade direcionada, há incertezas sobre como essas imagens poderão ser usadas no futuro, especialmente com o avanço rápido de tecnologias como os deepfakes.
Apesar dos riscos, especialistas não pedem o fim do uso da inteligência artificial, mas sim cautela. Entre as principais recomendações para se proteger estão:
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Evitar publicar fotos de crianças, já que elas não podem consentir de forma informada.
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Dar preferência a imagens de menor resolução, reduzindo a precisão dos dados biométricos compartilhados.
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Utilizar plataformas consolidadas, como a
OpenAI , que oferecem políticas de privacidade e controles mais claros. -
Desativar o histórico e recursos de memória desnecessários para impedir que conversas e imagens sejam usadas para treinar futuros modelos de IA.
Publicado por:
Vitória Ohana
Vitória é jornalista de formação e possui experiência institucional, já tendo exercido a função de coordenadora de Jornalismo da Prefeitura de Canaã dos Carajás, acumulando experiência na produção de reportagens, no planejamento de pautas e na...
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