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O 3º Tribunal do Júri de
Segundo a investigação, a vítima foi morta por estrangulamento na frente do filho do casal, que na época tinha apenas três anos de idade. Conforme os autos, o réu tentou simular que a mulher havia cometido suicídio, modificando a cena do crime antes da chegada das autoridades.
O processo passou por um longo histórico de tramitação judicial. Em 2016, Carlos Alberto havia sido condenado a mais de 21 anos de prisão, mas a decisão foi anulada após recursos da defesa. Em um novo julgamento realizado em 2019, ele chegou a ser absolvido pelo Conselho de Sentença, mas o Ministério Público recorreu e a anulação foi determinada novamente.
Durante a nova sessão realizada nesta terça-feira (13), que ouviu oito testemunhas na presença de familiares da vítima, o réu foi sentenciado a 16 anos de reclusão. A juíza Leoneide Delfina Barros Amorim determinou que ele não poderá recorrer da sentença em liberdade.
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Vitória Ohana
Vitória é jornalista de formação e possui experiência institucional, já tendo exercido a função de coordenadora de Jornalismo da Prefeitura de Canaã dos Carajás, acumulando experiência na produção de reportagens, no planejamento de pautas e na...
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