O 3º Tribunal do Júri de São Luís condenou Carlos Alberto Silva a 16 anos de prisão pelo assassinato de sua ex-companheira, a enfermeira de 24 anos. O crime ocorreu em 13 de julho de 2009, na residência da vítima, localizada no bairro Vila Ayrton Senna, na capital maranhense.

Segundo a investigação, a vítima foi morta por estrangulamento na frente do filho do casal, que na época tinha apenas três anos de idade. Conforme os autos, o réu tentou simular que a mulher havia cometido suicídio, modificando a cena do crime antes da chegada das autoridades.

O processo passou por um longo histórico de tramitação judicial. Em 2016, Carlos Alberto havia sido condenado a mais de 21 anos de prisão, mas a decisão foi anulada após recursos da defesa. Em um novo julgamento realizado em 2019, ele chegou a ser absolvido pelo Conselho de Sentença, mas o Ministério Público recorreu e a anulação foi determinada novamente.

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Durante a nova sessão realizada nesta terça-feira (13), que ouviu oito testemunhas na presença de familiares da vítima, o réu foi sentenciado a 16 anos de reclusão. A juíza Leoneide Delfina Barros Amorim determinou que ele não poderá recorrer da sentença em liberdade.