O Ministério da Saúde atualizou os critérios técnicos para doação de sangue no Brasil, visando amplificar a captação de voluntários e reforçar o estoque dos hemocentros sem comprometer a biossegurança dos receptores.

Entre as principais adequações está o fim do limite rígido de idade estabelecido em 70 anos. Pessoas idosas que mantêm o hábito frequente de doar podem continuar participando da coleta normalmente, dependendo apenas da liberação em avaliação médica individual na triagem.

Outro avanço importante refere-se aos prazos de inaptidão temporária. O tempo de espera para quem realizou procedimentos como tatuagens, piercings, endoscopias ou colonoscopias caiu de um ano para apenas quatro meses. Além disso, as diretrizes foram alinhadas às novas tecnologias de prevenção à saúde, estabelecendo regramentos específicos para doadores em uso de PrEP e PEP.

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