O caso envolvendo a morte do empresário Alexandre Araújo Andrade, assassinado em dezembro de 2025, em Tucumã, no sul do Pará, voltou a repercutir após o julgamento de Girlane dos Santos Coelho, farmacêutica e ex-diretora do Hospital Municipal de Ourilândia do Norte.

Girlane havia sido apontada pela investigação como principal suspeita do homicídio. Após o crime, a Justiça decretou a prisão preventiva da acusada, que chegou a ser considerada foragida antes de se apresentar à Polícia Civil, em Marabá.

Durante o processo judicial, a defesa apresentou a alegação de insanidade mental, questionando as condições psicológicas da acusada e sua capacidade de responder pelos atos atribuídos a ela.

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O caso ganhou grande repercussão nos municípios de Tucumã e Ourilândia do Norte, principalmente pela morte de Alexandre e pelas circunstâncias investigadas ao longo do processo.

Com o julgamento, Girlane foi condenada pela Justiça. A decisão determinou que o cumprimento da pena ocorra em regime domiciliar, conforme informação divulgada pela família de Alexandre em um vídeo publicado nas redes sociais.

A condenação representa uma nova etapa no processo que acompanha o assassinato do empresário e que mobilizou a população da região desde dezembro do ano passado.

Eventuais recursos e outras medidas judiciais ainda poderão ser apresentados e podem influenciar o cumprimento da sentença e os próximos desdobramentos do caso.