Aos 12 anos, Alice Silvério de Morais representa Canaã dos Carajás na 33ª edição do Festival Internacional de Dança da Amazônia (FIDA), realizado em Belém. A bailarina participa da programação competitiva com três apresentações solo e já conquistou dois segundos lugares e um terceiro lugar na categoria infantojuvenil.

O festival reúne bailarinos de diferentes municípios, estados e países, com apresentações de diversos estilos e atividades voltadas à formação artística. A edição de 2026 começou no dia 20 de outubro e segue até domingo (25).

Três coreografias, diferentes estilos

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Uma das apresentações de Alice é “Rebu”, coreografia de dança contemporânea com a qual a bailarina conquistou o segundo lugar na categoria infantojuvenil. A modalidade explora movimentos, expressão corporal e interpretação, permitindo que a artista transmita ideias e sentimentos por meio da dança.

Na apresentação de “La Fille Mal Gardée”, Alice conquistou o terceiro lugar na categoria infantojuvenil, na modalidade variação de repertório. A obra é um clássico do balé, conhecido por sua narrativa leve e cômica, que envolve a história de amor entre Lise e Colas.

A terceira coreografia é “Innovation”, no estilo clássico livre, com coreografia de Emerson Nascimento. A apresentação também garantiu à bailarina o segundo lugar na categoria infantojuvenil.

De acordo com a descrição da coreografia, a proposta retrata uma menina que realiza seu maior sonho e se sente feliz e realizada. A apresentação combina leveza e força, transmitindo a sensação de liberdade vivenciada pela bailarina ao dançar.

Quando será o resultado final do FIDA?

O Festival Internacional de Dança da Amazônia segue com apresentações e atividades até domingo (25). Conforme a programação divulgada, os resultados dos prêmios de Coreografia e Valores da Terra serão anunciados no sábado (24), enquanto as premiações especiais estão previstas para domingo (25).

Com os resultados já conquistados nas três coreografias, Alice soma importantes reconhecimentos em sua participação no evento. A divulgação das premiações finais poderá esclarecer se a bailarina também receberá algum dos prêmios especiais do festival.

A participação representa mais uma etapa na trajetória artística da jovem, que começou a dançar aos 3 anos e atualmente integra a Casa da Bailarina Studio de Dança, em Canaã dos Carajás.