Uma ação integrada entre as polícias civis do Pará e Mato Grosso resultou na prisão de um homem apontado como principal suspeito do assassinato do empresário Arielson Souza Andrade, morto durante um show realizado em Redenção, no sul do Pará.

Carlos Henrique Marques Santos foi preso na manhã da última quarta-feira (9), em Confresa, no Mato Grosso. Segundo as investigações, ele teria deixado Redenção após o crime e permanecido escondido na cidade mato-grossense.

A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal de Redenção, pela suspeita da prática de homicídio qualificado.

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O crime aconteceu no dia 13 de maio de 2026, durante um show realizado no Espaço Cultural de Redenção, como parte da programação comemorativa pelo aniversário do município.

Conforme as informações levantadas pela Polícia Civil, Arielson foi surpreendido pelas costas durante uma confusão que ocorria no local do evento. O empresário foi atingido por golpes de um instrumento perfurocortante.

Os ferimentos provocados pela agressão foram fatais, e Arielson não resistiu.

Após o homicídio, investigadores da Delegacia de Homicídios de Redenção iniciaram diligências para esclarecer a dinâmica do crime, identificar o responsável e localizar o suspeito.

Durante o trabalho investigativo, os policiais analisaram imagens feitas por pessoas que estavam no evento. Os vídeos registraram momentos da confusão e ajudaram os investigadores na identificação do possível autor da agressão.

A partir da análise das imagens, do trabalho de inteligência e de outras informações reunidas ao longo da investigação, Carlos Henrique foi apontado como principal suspeito do homicídio.

As diligências também indicaram que, após deixar Redenção, o investigado teria seguido para Confresa, onde passou a se esconder.

Com o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, os investigadores conseguiram localizar o suspeito e cumprir o mandado de prisão preventiva.

Carlos Henrique permanece à disposição da Justiça. O caso continua sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Redenção.