O governo do Estado alcançou a marca histórica da entrega de mais de 50 mil títulos de terra no Pará, por meio do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), desde 2019. O número representa o maior volume já registrado no Estado, por meio das ações de regularização fundiária, com a  média aproximada de mil títulos por mês.

“Alcançar mais de 50 mil títulos entregues demonstra que o Pará construiu uma política fundiária sólida, eficiente e contínua. Cada título representa dignidade, segurança jurídica e oportunidades reais de desenvolvimento. O Iterpa atua no urbano, no rural, nas comunidades tradicionais e quilombolas, fortalecendo o território por onde passa”, ressalta Bruno Kono, presidente do Instituto. 

O recebimento do título de terra para a agricultora Maria Vitória Gonçalves, moradora de Santa Izabel do Pará, é a realização de um sonho antigo. “Há anos aguardava a chegada desse momento, de receber esse documento que traz estabilidade e segurança para toda a minha família. É muito gratificante viver isso e ter esse olhar do Governo, por todos nós”, celebra. 

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Os números refletem uma política estruturada, que impacta de forma positiva na vida de 250 mil pessoas em todas as regiões do Pará. Entre os principais objetivos da iniciativa estadual, estão a promoção da inclusão social, da organização territorial e da consolidação da cultura de paz em áreas marcadas por insegurança fundiária, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida dessas comunidades.

A autônoma Jacqueline Santos ficou emocionada ao ver os pais, moradores de Marituba, receberem o título de terra. “Há mais de 40 anos eles sonhavam com esse momento e finalmente conseguiram com o apoio da atual gestão do Governo. Fico feliz, porque esse documento representa para nós um patrimônio familiar garantido”. 

Regularização - Desde 2019, o Iterpa já entregou 55 títulos quilombolas, consolidando-se como o órgão que mais titulou comunidades quilombolas no Brasil nesse período. Outro marco relevante é a entrega de 33 títulos para assentamentos e comunidades tradicionais, ampliando o alcance da política fundiária e fortalecendo populações historicamente vulnerabilizadas.

“Os recordes de titulação para comunidades quilombolas e tradicionais representam justiça territorial. Cada título assegura direitos, protege culturas e reconhece vínculos ancestrais com a terra. Assim, o Estado promove segurança jurídica e respeito às identidades que formam o Pará”, assegura Ricardo Azevedo, procurador autárquico.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Pará