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Aos caros leitores desta coluna, uma previsão: Lula e Bolsonaro vão morrer. É provável que não nas próximas décadas, mas um dia vão morrer. E quando morrerem, ao menos essa dicotomia, terá fim. O bom seria que os dois levassem para seus respectivos túmulos a podridão que defendem, a lástima que representam, bem como o populismo canalha que defendem e a política brega a qual se agarram. O que Lula e Bolsonaro defendem não pode viver para sempre.
Como diria Belchior, "o novo sempre vem". E é preciso se abrir para uma nova mudança. Não consigo vislumbrar, a curto prazo, a possibilidade de um Brasil melhor. Lula e Bolsonaro raptaram nossas esperanças. O Brasil é péssimo com Bolsonaro, será péssimo se ele for reeleito e será igualmente trágico se Lula voltar. E o que é pior: os dois lideram todos os cenários em pesquisas eleitorais - em qualquer instituto.
Não haverá um amanhã melhor com tanta polarização política. Lula e Bolsonaro são apenas isso: a polarização. Dois lados de uma mesma moeda: o populismo. E o Brasil precisa estar acima de tal disputa mesquinha e piegas. Mas a verdade é uma só: se nada mudar drasticamente, um dos dois governará a nação. Para quem tem bom senso, será impossível escolher entre os dois na hora do voto.
Para a esperança, somente a morte dos dois. E, é preciso dizer isso com todas as letras, A MORTE NATURAL dos dois, ao tempo de cada um, do jeito que precisa ser. Assassinatos não. Até porque, uma morte do tipo acenderia uma revolução. Mais inflame social, turbulência política, guerras, inflação, fome, desemprego.
O Brasil vai mudar quando o populismo acabar. E o populismo viverá enquanto Lula e Bolsonaro viverem.
Vai demorar um pouco, algumas décadas talvez, mas haverá esperança um dia. E que ele se renove quando o novo vier. E ele, como bem disse Belchior, sempre vem.
Publicado por:
Kleysykennyson Carneiro
Editor-chefe do Gazeta Carajás. Com mais de 15 anos de atuação no jornalismo, sua trajetória inclui passagens por televisão, assessoria institucional e direção de grandes eventos.
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