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Seis meses após o sumiço do menino José Arthur Sousa Barros, a família e as forças de segurança do Pará continuam sem respostas conclusivas sobre o seu paradeiro. O garoto, de 2 anos, desapareceu no fim de março enquanto brincava no quintal de casa na Vila Peruana, zona rural de Eldorado do Carajás. A região é cercada por mata fechada e rios, o que motivou buscas intensas com o uso de cães farejadores, drones e equipes de mergulho, mas nenhum vestígio da criança foi encontrado.
Diante do avanço do tempo sem novidades no local, o caso foi transferido para a Delegacia de Homicídios de Marabá, unidade com mais estrutura para dar continuidade às diligências. A investigação já ouviu dezenas de pessoas e chegou a prender temporariamente dois conhecidos da família, mas ambos foram liberados por falta de provas definitivas.
Com o intuito de esgotar todas as possibilidades, a defesa da família acionou a Polícia Federal para verificar se o menino estaria entre as dezenas de crianças resgatadas em uma recente operação contra o tráfico infantil nos Estados Unidos, hipótese que já foi descartada após cruzamento de dados. Agora, os familiares solicitaram a inclusão do nome do garoto no Alerta Amarelo da Interpol para ampliar as buscas internacionalmente. O acompanhamento do caso também ganhou o reforço da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, enquanto a polícia reforça o pedido para que qualquer informação seja enviada pelo Disque-Denúncia (181).
Publicado por:
Vitória Ohana
Vitória é jornalista de formação e possui experiência institucional, já tendo exercido a função de coordenadora de Jornalismo da Prefeitura de Canaã dos Carajás, acumulando experiência na produção de reportagens, no planejamento de pautas e na...
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