O Aeroporto de Altamira passa a contar com uma estrutura mais moderna e preparada para atender ao crescimento da movimentação aérea no sudoeste do Pará. As obras executadas pela Aena ampliam a capacidade operacional do terminal e fortalecem sua importância para a integração regional, especialmente em uma área estratégica para o agronegócio, energia, serviços e turismo.

Após a modernização, o aeroporto passa a ter capacidade para atender até 200 mil passageiros por ano. O terminal também amplia sua infraestrutura operacional, oferecendo melhores condições para passageiros, companhias aéreas e futuras expansões da malha regional.

A sala de embarque passou a contar com 370 metros quadrados, enquanto o canal de inspeção teve sua área triplicada, alcançando 148 metros quadrados. A área destinada ao check-in foi ampliada para 249 metros quadrados e recebeu o sistema automatizado BHS (Baggage Handling System), responsável pelo processamento e triagem das bagagens.

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O pátio de aeronaves foi estruturado para receber simultaneamente até três aeronaves de código C, ampliando a capacidade de atendimento do aeroporto e oferecendo mais flexibilidade para as operações comerciais.

Na infraestrutura operacional, o aeroporto também recebeu novos sistemas PAPI para auxílio ao pouso, implantação das áreas de segurança RESA nas extremidades da pista e renovação da sinalização horizontal e vertical das pistas e pátios. As melhorias elevam o padrão de segurança operacional e tornam as operações mais eficientes.

De acordo com a Aena, a estratégia também inclui diálogo permanente com companhias aéreas para ampliar a oferta de voos, incentivar novas ligações entre cidades do interior e os principais centros do país, além de estimular operações com aeronaves de maior capacidade.

A modernização do Aeroporto de Altamira integra o pacote de R$ 4,5 bilhões em investimentos destinados aos 11 aeroportos administrados pela concessionária no bloco SP/MS/PA/MG. Além das melhorias na infraestrutura, a empresa afirma manter metas ambientais que incluem neutralidade de carbono até 2035, uso de energia elétrica proveniente de fontes renováveis, redução da geração de resíduos e avanço nas certificações internacionais de sustentabilidade aeroportuária.