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Roseana Sarney relata retirada das duas mamas por câncer e avalia futuro político durante tratamento

Deputada federal detalha efeitos da quimioterapia, fala sobre recuperação no Maranhão e reflete sobre possíveis candidaturas nas eleições de 2026

Roseana Sarney relata retirada das duas mamas por câncer e avalia futuro político durante tratamento
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A deputada federal e ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB), retornou ao estado nessa terça-feira (24) após passar 14 dias em São Paulo, onde realizou cirurgia para retirada de um tumor de câncer de mama do tipo triplo negativo, diagnosticado em agosto de 2025. Ela explicou que já vinha fazendo seis meses de quimioterapia intensa, interrompida na fase mais agressiva quando desenvolveu pneumonia. No dia 10 de fevereiro de 2026, passou por cirurgia no Hospital Sírio-Libanês, que durou cerca de cinco horas, retirando ambas as mamas. Após a cirurgia, os médicos indicaram um tratamento de complementação, com quimioterapia oral por cerca de seis meses. Roseana permanecerá no Maranhão por aproximadamente 15 dias antes de retornar a São Paulo para acompanhamento médico.

Durante o tratamento, ela relatou efeitos físicos e sintomas que afetaram sua rotina, incluindo perda do paladar e visão embaçada, que chegaram a dificultar a leitura e o prazer pela comida. Roseana destacou que o que lhe deu força foi a fé e o apoio da família, amigos e aliados políticos, com presença constante e mensagens de carinho. Ela afirmou que a prioridade agora é recuperar-se totalmente, mas que continua acompanhando a política e avaliando possibilidades para as eleições de 2026. Roseana não descartou disputar o Senado, a Câmara dos Deputados ou mesmo não concorrer a nenhum cargo, dependendo das condições e da realidade do Maranhão.

Histórico de saúde mostra que esta não é a primeira vez que enfrenta câncer: em 1998, foi diagnosticada com a doença durante a campanha de reeleição ao governo do Maranhão e passou por quatro cirurgias, incluindo remoção de tumores no pulmão, mama, intestino e histerectomia. Até 2016, já havia realizado 23 cirurgias para remoção de tumores benignos e malignos, com o primeiro procedimento aos 19 anos.

Fonte/Créditos: g1

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Giovanna Noláscio

Publicado por:

Giovanna Noláscio

Repórter e redatora da Gazeta Carajás, destaca-se pela entrega e conexão com temas urgentes da região. Com experiência em coberturas intensas, como o resgate de garimpeiros em Canaã e a política no Sul e Sudeste do Pará, une sensibilidade e...

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