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Marabá lança aplicativo com botão de emergência para mulheres com medida protetiva

Ferramenta chamada Aplicativo ANA permite que vítimas acionem um botão de emergência no celular, enviando alerta e localização em tempo real para a Guarda Municipal de Marabá, agilizando o atendimento em situações de risco

Marabá lança aplicativo com botão de emergência para mulheres com medida protetiva
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O município de Marabá, no sudeste do Pará, passou a contar com uma nova ferramenta tecnológica voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher. Desde quinta-feira (12), mulheres que possuem medida protetiva da Justiça podem utilizar o Aplicativo ANA, sistema que permite acionar um botão de emergência pelo celular e enviar um alerta imediato à Guarda Municipal de Marabá.

A tecnologia está integrada ao Centro de Controle Operacional do município. Quando o botão de emergência é acionado, um alerta aparece automaticamente no sistema de monitoramento utilizado pela Guarda Municipal, permitindo que as equipes iniciem rapidamente o atendimento.

Com o acionamento, a localização da vítima passa a ser exibida em tempo real em um mapa dentro da plataforma. Dessa forma, os agentes conseguem identificar com precisão onde a mulher está e deslocar as equipes até o local.

Antes da implantação do aplicativo, a vítima precisava ligar para um número de telefone e informar a própria localização. Com o novo sistema, os dados são enviados automaticamente, o que reduz o tempo de resposta e pode ajudar a evitar situações de violência.

De acordo com a prefeitura, o aplicativo faz parte de uma estratégia para fortalecer a rede de proteção às mulheres em Marabá. Atualmente, cerca de 130 mulheres já estão cadastradas na plataforma.

Mulheres que possuem medida protetiva podem procurar a Guarda Municipal de Marabá para receber orientações sobre a instalação e o uso do aplicativo. A ferramenta é destinada exclusivamente a vítimas com decisão judicial de proteção, e as equipes da Guarda passaram por treinamento para realizar o atendimento especializado.

Fonte/Créditos: g1

Comentários:

Giovanna Noláscio

Publicado por:

Giovanna Noláscio

Repórter e redatora do Gazeta Carajás.

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