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Domingo, 16 de Junho de 2024
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Motorista da JSL que morreu na PA-160 tinha 55 anos, era casado e carreteiro experiente

Idelfonso Sepulveda Oliveira trabalhava na JSL há cerca de 6 anos, era torcedor do Atlético Mineiro e estava trabalhando no momento do acidente. Vídeo mostra que ele seguia em velocidade permitida na PA-160 e foi surpreendido pelo caminhão de combustível em alta veloci

Motorista da JSL que morreu na PA-160 tinha 55 anos, era casado e carreteiro experiente
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Às 9h45 da manhã de segunda-feira, 13 de maio de 2024, Idelfonso Sepulveda Oliveira seguia na PA-160 em direção a Canaã dos Carajás. Ele dirigia um caminhão basculante da empresa JSL (Júlio Simões) e trafegava a 65 quilômetros por hora, velocidade normal permitida pela empresa e para a via.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, é possível ver que ele estava tranquilo, dirigindo por uma estrada que conhecia muitíssimo bem. Não fazia movimentos bruscos, estava sem pressa, um motorista responsável, competente e ciente dos deveres de sua profissão: zelar pela própria vida e da vida daqueles que o rodeiam.

Exatamente às 9 horas, 45 minutos e 41 segundos a tranquilidade da direção de Idelfonso é interrompida por um caminhão que transportava combustível. Seu condutor trafegava, aparentemente, em altíssima velocidade e não foi capaz de completar uma curva e tombou por cima da carreta dirigida por Idelfonso.

No vídeo, é possível ver que ele tenta virar o volante para evitar a tragédia, mas já é tarde demais. Ninguém seria capaz de evitar o pior em uma situação como aquela. A colisão foi inevitável e a cabine do caminhão dirigido por Idelfonso bateu na carroceria do caminhão de combustível. Ele morreu ainda no local.

Idelfonso Sepulveda Oliveira tinha 55 anos e era conhecido por ser um experiente motorista de carretas. Ele estava na empresa JSL há cerca de seis anos e era um profissional respeitado, conhecedor das normas técnicas e querido por todos.

Conforme a foto escolhida pela reportagem, disponível em suas redes sociais, Idelfonso era torcedor fanático do Atlético Mineiro e fazia questão de rebater brincadeiras de amigos que o provocavam sobre o time do coração.

Idelfonso era casado, pai e avô. Homem querido por todos, deixa um legado de honestidade, competência, transparência e amor.

O Gazeta Carajás se solidariza com amigos e familiares nesse momento de imensa tristeza e dor

 

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Kleysykennyson Carneiro

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Kleysykennyson Carneiro

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