O principal investigado pela morte da recepcionista Marli Pereira da Silva prestou depoimento à Polícia Civil na tarde desta quinta-feira (12), em Marabá, no sudeste do Pará, e foi liberado após ser ouvido. Como não há prisão preventiva decretada contra ele até o momento, o suspeito pôde deixar a delegacia após o procedimento.
Durante o interrogatório, conduzido pela delegada Eliene Carla de Lima, do Departamento de Homicídios, o investigado optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio e não respondeu às perguntas relacionadas ao caso.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam. Nos próximos dias, novas testemunhas devem ser ouvidas e outras diligências devem ser realizadas para ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte de Marli.
Antes do depoimento, amigos e familiares da vítima realizaram um protesto em frente à 21ª Seccional Urbana da Polícia Civil. O grupo acreditava que o investigado seria apresentado no local. No entanto, por estratégia da defesa, ele foi levado para prestar esclarecimentos na sede da Superintendência Regional da Polícia Civil, localizada a cerca de 100 metros da seccional.
Quando os manifestantes perceberam a mudança de local, o suspeito já deixava o prédio acompanhado de advogados e de um familiar. A situação gerou revolta entre as pessoas presentes, que pediam justiça e cobravam respostas sobre o caso.
Fonte/Créditos: Correio de Carajás
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